sexta-feira, 8 de janeiro de 2010


Nunca fui de grandes ressentimentos, daí guardar-te com o maior carinho.
Nunca fui de ser muito fria, mas neste momento sinto-me congelada por dentro. Não consigo sentir qualquer tipo de dor, de ódio momentâneo, fome, sono, qualquer tipo de nada. Se pareço uma morta viva? Com 3 quilos e pouco a menos desde domingo e com a cara com muita base, posso dizer que continuo apresentável.
Sinto-me sim tão embalada e calma em mim mesma, tão levada pela corrente dos dias, um de cada vez.
Sim, talvez seja por já saber que há coisas que não mudam (para melhor). Talvez seja outro rumo. Talvez sejam as últimas palavras a soar dentro de mim ainda. Talvez seja o "de vez" a soar mais a certo. Ou talvez não seja nada.
Não importa, eu gosto disto. Gosto de estar bem com tudo, dizer que sim a tudo, colar no vazio, dançar no silêncio. Prefiro ter pouco mas ter o que gosto, quem gosto, e como gosto a querer tanto e ficar com o nada (que todos pensassem assim).

"Liberta-me a mente (...) Um ponto de luz que me seduz, aceso na alma."

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