quinta-feira, 18 de junho de 2009


O meu destino deixou de ser um rascunho há muito tempo, está bem traçado a caneta permanente.

sábado, 13 de junho de 2009


Hoje acordei de uma forma diferente de todos os últimos dias, tinha um sorriso no rosto. Não era nenhum daqueles que ilumina o mundo, era pequeno (ainda), mas era tão sincero!
Estou aqui a pensar no que me causa este bem estar, no que me faz sorrir e viver. Concluo que isto tem uma resposta simples, é amor.
O amor pode causar as melhores e as piores sensações numa pessoa, pode fazer querer-se morrer e também querer-se viver. Pode fazer-nos sentir na solidão e pode fazer-nos sentir o centro do Mundo de alguém.

É por amor que eu acordo todos os dias e penso em caminhar mais um pouco para agarrar a felicidade e partilha-la com quem tanto quero.

João Morgado, meu namorado, tu és tudo na minha vida. Um só segundo sem ti faz com que o mundo comece a fugir-me dos pés e nada em meu redor tenha o mínimo interesse e sentido.
Aperta-me com força, dessa vez é para valer para nunca mais largar .

Amo-te .

quinta-feira, 4 de junho de 2009


"podes achar tolice, mas nas minhas convicções, tu és o homem certo, e por isso, não vou desistir de te mostrar que não é impossível adaptarmo-nos até mesmo aquilo que não gostamos. porque quando se gosta, como nós gostamos um do outro, o esforço e a vontade surgem naturalmente. quando se gosta, como nós gostamos um do outro, têm-se sempre tempo para ouvir o que o outro tem a dizer, mesmo que se esteja doente, sem paciência ou chateado com o resto do mundo. têm-se sempre tempo para um conselho, uma palavra de sabedoria, razão ou experiência. têm-se sempre espaço para mais um passeio, mesmo que seja ao mesmo sítio, para ver as mesmas coisas, e ouvir as mesmas pessoas.
quando se está com a pessoa que se ama o tempo corre, atropela-nos, prende-nos ao mundo ideal que se construiu. quando se está longe acontece exactamente o contrário, o tempo não passa, mói-nos a existência, e amarra-nos às lembranças dos dias anteriores. quando se gosta como nós gostamos um do outro, quebra-se o vaso, grita-se, mas há sempre espaço e tempo, para se recompor o silêncio e assim colar cada pedaço do vaso."