
A falta que me fazem não se descreve.
Quantos sorrisos, quantas lágrimas. Palavras de apoio, criticas construtivas. Havia sempre algo a aprender com o outro, com o que se sentava ao lado, atrás, à frente, até mesmo com o da outra ponta da sala.
Claro que nem tudo era bonito, mas... éramos uma família na mesma.
Quantas dores de cabeça aos professores, quantos berros levamos nós. No fim sabia sempre bem, porque riamos-nos juntos.
A cumplicidade tinha o seu jeito de ser com cada um, as atitudes partem da cumplicidade que se tem, e com alguns ela era fantástica.
Num texto sem referências, pelo menos uma tenho que fazer. Sandra. Bem, mas que furacão em pessoa! Eu adoro-te, és das melhores pessoas que conheço.
Peço desculpa a quem já desiludi.
A maior parte não irá ver isto, talvez nenhum veja até. Mas sei que de qualquer forma o irão sentir.
Com saudade.
(12ºA, 2008/2009)
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