domingo, 13 de junho de 2010




"O relógio de parede avançara muito, quando me lembrei de o consultar. Lá fora, tudo continuava igual a quando eu ali chegara. Rente a mim, quase tocando, passava, de quando em vez, uma multidão muito apressada e invariavelmente encharcada da cabeça aos pés.

Tanta gente há neste mundo!... Pessoas tão diferentes, que não sabemos quem são, para onde vão, o que as move. E, das que chegamos a conhecer, poucas são as que nos merecem o de mais valioso. Para tão poucas guardamos o melhor de nós! Ao menos saberemos escolher?..."

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