
Uma, duas, três, (...) quinze, dezasseis, (...)
Já perdi o número às tempestades que tenho vindo a defrontar. Sinto que em todas consigo vencer mas perco sempre um bocado de mim, parece que me deixo levar pelo vento da tempestade e afundar no tempo.
Por falar em tempo, gostava de ter um relógio e pará-lo em alguns momentos.. Pará-lo a meio de discussões e poder finalmente fazer-me ouvir, berrar a pulmões abertos a minha razão e esperar até que interiorizem isso e me peçam desculpa e me dêem um abraço.
Por falar em abraços, apetecia-me agora um apertado daqueles que me apertam até ao osso e fazem sair a alma pelas orelhas.
Bem que me vou deitar à espera que um anjinho papudo ouça os meus tristes pedidos.
Por falar em pedidos...
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